Ser alguém na vida - Reflexões de uma jovem sobre a vida de William Borden

28/09/2018 12:00:00

Este é o segundo texto de uma série de artigos reflexivos sobre a vida de William Borden. Leia nossa série sobre a história de quem foi este homem aqui. 
“Como eu disse no texto anterior, a vida de Borden muito me inspira, pois ele não perdeu a chance de ser bênção onde quer que ele estivesse, inclusive em sua Universidade. 

Mas eu também sou impactada de outra maneira quando estudo a vida deste jovem. Sabe quando você é questionado desde pequeno sobre o que quer ser quando crescer? Ou quando todos à sua volta te incentivam a ser “alguém na vida”? 

Eu sou alguém muito crítica e indagadora, então este tipo de pergunta também me motiva a indagar: afinal, o que é ser “alguém na vida”? 
William era milionário, num tempo em que não haviam bilionários. Então, trazendo para hoje, a fortuna dos Borden seria equivalente a de bilhões de dólares. É como se sua família, hoje, fosse dona da Google ou de alguma empresa de Petróleo no Oriente Médio. Dinheiro até não acabar mais. 

 Eu posso pensar: “se eu tenho tanto dinheiro, natural é que eu compartilhe com quem necessita”. Mas essa não é a regra. Quando a ganância está incrustada no nosso coração e temos um padrão de vida é alto, nós não queremos redução dos luxos, pelo contrário, nossa natureza pede que tenhamos mais. Podemos comprovar isso com tantos casos de crimes que foram motivados pelo amor ao dinheiro. 

O Senhor condena este amor. Ele nos conhece tão bem, que já nos alertou pela Sua Palavra:  

Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
1 Timóteo 6:9,10 

Exatamente a realidade que presenciamos e vivemos: um amor ao dinheiro que nos motiva a ter mais, e assim, conquistar um status de “ser” mais. E isso não é algo exclusivo de pessoas não cristãs.  

Estamos muito acostumados com discursos materialistas sobre sucesso dentro de nosso contexto de igreja. Acredito que precisemos, em arrependimento, voltar a viver como peregrinos nesta terra, como alguém cuja pátria não é esta. (I Pe 2:11). Viver como quem realmente sabe que nosso tesouro real está no céu e não ajuntarmos tesouros por aqui. 

O dinheiro não subiu ao coração de William. Pelo contrário, vemos que ele investiu sua fortuna em projetos nas redondezas da sua comunidade. Ele tinha bem certo em sua mente que a fortuna verdadeira estava guardada com Seu Pai, e que sua fortuna de herança terrena poderia abençoar tantos por aqui como nunca poderia abençoar a si mesmo. 

Fica esta reflexão para sua vida. Não deixe que este seja só mais um texto falando sobre isso e permita que sua vida sofra uma transformação real hoje. 

Viva sem reservas pra Deus.

De uma jovem peregrina.” 

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